Lançamento do livro: O Mito da Defesa Nacional

Universidade Libertária
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Uma parceria Universidade Libertária e Editora Konkin. É com imenso prazer que lançamos a tradução de “The Myth of National Defense ” por Hans Hermann Hoppe

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O Mito da Defesa Nacional é uma coleção de ensaios de grandes pensadores libertários tais como Marco Bassani, Carlo Lottieri, Murray Rothbard, Joseph Stromberg, Larry Sechrest, Jeffrey Hummel, Walter Block, Guido Hulsmann, e Hans-Hermann Hoppe. Com base na definição de governo como um monopolista territorial obrigatório, de proteção e jurisdição equipada com o poder de tributar sem consentimento, os contribuintes para este volume argumentam que, independentemente de tal governo ser uma monarquia, uma democracia, ou uma ditadura, qualquer noção de proteção da vida, liberdade e propriedade, devem ser consideradas ilusórias.

Sob os auspícios monopolistas, o preço da justiça e da proteção vão subir e a sua qualidade irá descer. Os contribuintes apontam como uma agência de “proteção” financiada por impostos, é uma contradição: Um “protetor” da propriedade que é expropriante, e só irá conduzir a cada vez mais impostos e menos proteção. Neste livro, também é exemplificado a segurança do livre mercado, mostrando os pequenos detalhes e o quão bem sucedida seria a produção de segurança em um mercado competitivo.

A ideia libertária de sociedade sem estado chama a atenção de muitas pessoas, porém, por mais sedutora que seja, é frequentemente descartada como utópica. Como poderia uma sociedade anarquista defender-se contra estados grandes e centralizados? A defesa, como alegam, não pode ser adequadamente fornecida pelo livre mercado. É o que os economistas chamam um “bem público”.

Os contribuintes que escrevem O Mito da Defesa Nacional discordam deste veredicto. Num ensaio muito estimulante, Hans-Hermann Hoppe mostra em detalhes como uma sociedade anarquista lidaria com sua proteção. Ele sugere que as agências de proteção estariam ligadas às companhias de seguros. Levando a batalha aos seus adversários estatais, Hoppe argumenta que Hobbes e os seus muitos sucessores não conseguiram mostrar que o estado que apoiam é preferível ao estado da natureza.

H.H. Hoppe escreve:

“Mesmo deixando de lado os riscos da segurança no dia-a-dia, a realidade do terrorismo e o seu resultante caos têm demonstrado a incapacidade do governo em fornecer segurança adequada contra ataques à pessoas e propriedades. A lição do 11 de Setembro é indiscutível: o governo não só não tinha conseguido agir como guardião da segurança e proteção, como tinha sido o agente principal em criar insegurança e expor todos a risco, e, além disso, não conseguiu obter justiça uma vez cometido o crime. No entanto, esta não foi a lição que se retirou do caso. Em vez disso, a elite política explorou com sucesso os receios do público para aumentar vastamente as despesas governamentais, a inflação do crédito central, a gestão burocrática, a vigilância dos cidadãos, a regulação dos transportes, ida e vinda, e de um modo geral, um ataque total à liberdade e à propriedade“.

Os leitores em busca de uma alternativa para os venenos que dominam o pensamento atual sobre a defesa nacional, encontrarão exatamente o que procuram neste notável livro.

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