O inocente vítima da lei

Jornal Libertário

Na tarde de terça-feira (4), dois homens foram presos, pela Policia Rodoviária federal (PRF), por transportar cinco mil massos de cigarro de origem coreana.

Agora surge a pergunta, qual o problema? Qual o problema de comprar cigarro fora para revender? Nenhum, mas como o estado não está recebendo a sua boquinha e eles tem o costume de transformar o que não dá dinheiro a eles, em crime, importar sem passar por eles, se torna contrabando.

No Brasil, o cigarro pode chega a ter 90% de imposto em cima dele, só isso, já é motivo suficiente para que muitos comprem cigarros lá fora, para fazer a revenda aqui dentro, por um preço mais barato. Esse tipo de intervenção indevida na economia, faz com que muitos brasileiros procurem produtos que, as vezes, são de péssima qualidade, pois quando o estado aumenta os custos de um produto, nem todos vão conseguir obtê-lo, criando assim um mercado paralelo, que pode ou não ter qualidade em seus produtos.

Ao usar a desculpa: “Vamos taxar para diminuir o número de usuários.” Mostram o absurdo que o estado é, tentando controlar as virtudes, a propriedade e o corpo alheio através de uma caneta.

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2 reflexões sobre “O inocente vítima da lei”

  1. Mas e a questão dos indicadores de qualidade como os selos? Cigarros contrabandeados não podem oferecer um risco maior a saúde por não sabermos a procedência?

    1. Aí é uma escolha do consumidor se quer correr o risco de comprar/usar ou não. E o consumidor provavelmente não vai ver problema, porque é fabricado pelas mesmas fabricantes daqui, só que em um país mais livre. Já os cigarros falsificados é uma outra história: ele está se passando por algo que não é, é fraude e crime. Entretanto, a ação estatal não evita esse tipo de fraude.

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