O fim do SUS é uma necessidade!

Felipe Ojeda
felipecojeda@gmail.com

Advogado, pós-graduado em direito empresarial, MBA em gestão de comércio exterior, fundador e presidente da comissão de Criptomoedas da OAB/SP desde 2017, estudante autodidata de Escola Austríaca e entusiasta do mercado de criptomoedas, youtuber do canal "Felipe Ojeda", administrador do grupo "Austro Libertarianismo" do facebook, fundador da página H³ so to Speak, administrador da página Foda-se o estado e colaborador da página Sociedade Alternativa Libertária.

Como o estado atrapalha o mercado de saúde.

O SUS – Sistema Utópico Socialista, ops… Sistema Único de Saúde é um sistema de Saúde promovido pelo governo federal de Banânia, em tese, foi   inspirado no National Health Service do Reino Unido e criado pelos constituintes de 1988 no dia 17 de maio de 1988, na 267 ª Sessão da Assembleia Nacional Constituinte. O Brasil é considerado o único país com mais de 200 milhões de habitantes que possui um sistema de saúde pública universal.

Fazem parte do Sistema Único de Saúde, os centros e postos de saúde, os hospitais públicos – incluindo os universitários, os laboratórios e hemocentros (bancos de sangue) públicos, os serviços de vigilância sanitária, vigilância epidemiológica, vigilância ambiental, além de fundações e institutos de pesquisa acadêmica e científica, como a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) e o Instituto Vital Brazil.

O SUS é mantido via impostos, ou seja, TODOS O BANCAM COMPULSORIAMENTE. Por tal motivo é caro e ineficiente. Além de claramente antiético.

Soça: “Uma extinção do SUS levaria a um colapso na área da saúde”

Como se todos os profissionais, prédios e equipamentos pessimamente alocados pelo sistema fossem imediatamente abduzidos.

A questão não é prever as consequências, o mercado e os profissionais de Saúde saberão oferecer os serviços de forma orgânica. A questão é que o financiamento do SUS via impostos é errado. Um fruto de crime.

Ora, se não houvesse tantas barreiras para a área da saúde, haveria planos de saúde populares aos montes. Se os médicos, enfermeiros e etc., não estivessem trabalhando para o SUS, haveria uma explosão na oferta por tais serviços, o preço seria reajustado para atender à demanda. Trata-se de uma reserva de mercado.

Ainda há aqueles que concordam que o SUS seria mal gerido. Mas afirmam que haveria como geri-lo com qualidade. O argumento para defender o fim do SUS não é esse. A má gestão é comum a todo fruto de administração estatal que vise uma tentativa de justificar a carga tributária. Educação, saúde, segurança são sucatas. O que goza de investimento sério estatal? Receita federal e os próprios salários.

Soça: “O pobre poderia pagar pelos serviços de saúde?”

A pergunta correta é, o que o pobre pode pagar que o rico não pode adquirir mais?

Ora. É claro que hoje, com a pesada regulação estatal, os serviços de saúde são caríssimos, se a oferta de planos de saúde se mantiver, não poderão. O estado criou um oligopólio no setor, um verdadeiro cartel parasitário.

A empresas de planos de saúde são pesadamente reguladas pela Anvisa (SUS), barrando a criação de novos planos com preços mais acessíveis. Afirmar que o SUS seria gratuito é de uma grande desonestidade. Não o é, e é muito mais caro e ineficiente do que qualquer sistema privado. Isso porque não se pode medir o valor econômico de serviços que você é obrigado a pagar (usando ou não), o que também não cria qualquer incentivo para a melhoria.

Todas as demandas são econômicas. Não há muito como fugir do modelo econômico. Podem surgir diversas empresas de planos de saúde especializadas em populações carentes e em saúde de base, por exemplo. O problema é o aparato coercitivo que é a raiz do SUS.

Hoje, há uma série de normas que impedem, não somente equipes de saúde, mas também equipamentos mais baratos de ingressarem neste mercado. Enquanto uma luva com selo do Inmetro custa 3x, uma luva idêntica, só que sem este “selinho” custa apenas x.

Isso porque a demanda pela luva com selo do Inmetro é infinitamente superior, uma vez que a outra luva é proibida de ser utilizada (não só no SUS mas em todo o sistema saúde) via regulação.

O mesmo ocorre com os profissionais da área da saúde. Com o SUS eles não têm estímulos para concorrer no livre mercado. Os poucos que se aventuram e empreendem têm que cumprir uma pesada regulação estatal (comum a todo empreendedor em banânia) e ainda com o pesado e antiético serviço estatal.

O mercado de saúde privada acaba se restringindo a um grupo seleto de profissionais que possui uma clientela fixa e de alto poder aquisitivo e pequenos grupos familiares que possuem uma pequena clínica médica e acabam aceitando os honorários pífios pagos pelos planos de saúde vigentes para ter clientela.

Além, é claro, do fato de que ninguém é obrigado a pagar plano de saúde algum, se o serviço for ruim, a pessoa pode cancelar, escolher outro, fazer um plano diretamente com um grupo de médicos de confiança e etc. Contratar tal serviço seria uma escolha e não uma obrigação.

Soça: “Os serviços de saúde são caríssimos nos EUA”

Libertários não defendem o sistema de saúde americano. Mesmo antes do ObamaCare já se tratava de um mercado fortemente regulado e impeditivo ao acesso de concorrentes.

E ficou ainda pior com o Obama Care. O pobre aqui paga o SUS e o pobre lá paga o Obama Care. O rico transfere o ônus dos impostos aos pobres que dele consomem e que pra ele trabalham. Quem sustenta todas as aventuras sociais do estado é sempre o pobre.

Ora, senhores soças, vocês não gostam dos pobres? por que querem obrigá-los a custear um monopólio o qual, à primeira necessidade, sucumbirão por atendimento ineficiente?

O SUS e o Obamacare são sistemas que ignoram a matemática simples e a escassez dos recursos e por óbvio são endemicamente insustentáveis. Você não paga o SUS, você é roubado por parasitas que usam o SUS para tentar justificar o próprio roubo.

Números do SUS com o Covid-19

A fraudemia de coronavírus serviu muito bem ao suporte das mais diversas narrativas políticas. Mas os dados também servem para demonstrar a fragilidade e ineficiência dos sistemas de saúde “públicos”. Em países como a Alemanha a taxa de mortalidade (0,00012% – ou seja, 12 a cada 100.000 casos)[1]  foi infinitamente menor do que em países como os EUA  ou Banânia (0,02% – 200  a cada 100.000 casos) [2].

Ainda em Banânia, em julho a Folha de SP fez uma matéria comparando as taxas de cura e mortalidade dos pacientes em hospitais privados e na rede pública.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2020/07/taxa-de-cura-da-covid-19-e-50-maior-em-hospitais-privados.shtml

Para a análise, foram observados os casos de 66.450 pacientes de hospitais públicos e 57.883 de hospitais privados.

Ora, apesar de todo o socialismo costumeiro do jornal em questão, os números são cristalinos! O sistema público é um açougue humano! O sistema privado também não é dos melhores, como mencionado, há uma carência de incentivos para concorrência e melhorias no setor. Contudo, ainda é uma opção menos pior do que morrer em filas esperando por um atendimento. A disparidade é notória.

Conclusão

A questão em discussão não é sobre mero consequencialismo, tratamos sobre princípios, ou seja, não debatemos sobre o que dará certo, mas sobre o que é certo.

Forçar milhões de pessoas, as quais muitas encontram-se em condições de miséria, a financiar um sistema utópico e ineficiente é uma agressão.

O SUS não deveria sequer existir. Ele atrapalha o mercado da Saúde. Impede o barateamento dos custos e serviços como um todo. É um câncer na área da saúde.

 Não há cálculo econômico sob o socialismo.

.


[1] https://www.dw.com/pt-br/alemanha-ultrapassa-10-mil-mortes-por-covid-19/a-55383047

[2] https://www.google.com/search?client=firefox-b-d&q=taxa+mortalidade+covid+brasil


39 Comentários
  • Luís Cláudio Santos Paixão
    28/10/2020

    Que texto bosta. Vá estudar mais um pouco. Provavelmente vc é só mais um vira-lata que enxerga nos EUA um modelo único a ser seguido.

    Responder
    • Felipe Ojeda
      28/10/2020

      Se Tivesse lido o artigo veria que no próprio texto tecemos críticas ao sistema dos EUA.

      Responder
  • Ludwig von Mises
    28/10/2020

    Vc tá zoando ou é doente?

    Parei de ler no seguinte trecho >>> O SUS é mantido via impostos, ou seja, TODOS O BANCAM COMPULSORIAMENTE. Por tal motivo é caro e ineficiente. Além de claramente antiético. <<< Me desculpa, mas uma afirmação não se liga com a outra, uma premissa não conclui a outra, não faz sentido nenhum.

    Vc mereceria ser zoado. Mas se for doença eu nem zoo.

    Responder
    • Felipe Ojeda
      28/10/2020

      Obrigado pelo comentário, ér... Sr. Mises?
      Mas qual o erro nas premissas apresentadas?
      Ludwig Von Mises já dizia sobre a impossibilidade do cálculo economico um século atras.

      Responder
    • Cristina Lima
      28/10/2020

      Eu uso o SUS, há 10 anos, não tenho condições de pagar nenhum centavo em despesas médicas. Não concordo em nada com essa visão. Pobre não tem 10,00 sobrando para pagar plano, imagina uma família de 4 pessoas, quanto custaria? Impostos não cairiam por conta do cancelamento do SUS, só teríamos mais um custo.

      Responder
      • Felipe Ojeda
        28/10/2020

        Em 2019 o SUS custou R$120 bi. Em 2020 o SUS já custou 126 bi e a previsão é de 167 bi.
        Em 2019 cada brasileiro pagou o equivalente a R$540,00 por este serviço. Em 2020 serão R$788,00.
        Então responde aí, se vc tivesse R$788,00 a mais e uma concorrencia com planos de saúde com preços acessíveis se vc não contrataria para cuidar da sua saúde.

        Responder
        • Fábio
          28/10/2020

          Que Matemática torta, ein amigão... Quem disse que todo brasileiro teria 700 conto a mais se não existisse o Estado? A ideia do imposto, entre outras, é justamente quem pode mais compensar por quem pode menos. Aqui as empresas, mesmo quando possuem condições, deixam de cobrar mais barato ou de pagar melhor os seus funcionários. A ganância impera. Acha mesmo que todo mundo teria tamanha consciência social de tornar todos os serviços privados acessíveis a todo mundo? Depois utópico é quem defende o SUS...

          Responder
          • bom te ver
            28/10/2020

            "Quem disse que todo brasileiro teria 700 conto a mais se não existisse o Estado?"
            A lógica: se não me roubam, terei aquilo que não me roubaram.

            "A ideia do imposto, entre outras, é justamente quem pode mais compensar por quem pode menos."
            Onde isso foi negado no texto? O problema, inclusive bem explícito no texto, é que o fim não se aloca à realidade exatamente pelo detalhe da coerção. Interpretação amiguinho, ou melhor, leia.

            "Aqui as empresas, mesmo quando possuem condições, deixam de cobrar mais barato ou de pagar melhor os seus funcionários. A ganância impera."
            Boicote? Concorrência? Entrar no mercado e competir usando sua bandeira ideológica como estímulo à demanda? Enfim, várias opções. Com o estado, só temos uma.

          • Fábio
            28/10/2020

            A questão é que muita gente não teria os 700 conto, mesmo sem o Estado meu, amigo. Nem todo mundo paga tudo isso de imposto, pq sequer recebe alguma riqueza de forma que alguma porcentagem seja revertida em imposto. Boicote? Concorrência? Kkkkkk é cada uma. No que mais vc acredita?

  • Daniela
    28/10/2020

    O problema do texto é só a falta de coerência mesmo ou se pontua a questão de uma frase não se relacionar com a outra???

    Responder
    • Felipe Ojeda
      28/10/2020

      O texto é uma análise praxeológica. Basta apontar o erro nas premissas que vc refuta. Que tal tentar?

      Responder
      • Daniela
        28/10/2020

        https://michaelis.uol.com.br/moderno-portugues/busca/portugues-brasileiro/praxeol%C3%B3gico/

        Responder
        • Felipe Ojeda
          28/10/2020

          https://www.mises.org.br/article/1464/premio-nobel-para-a-praxeologia

          Responder
        • bom te ver
          28/10/2020

          Tá, mas e o erro no texto?
          É só isso que tem? Apelo à autoridade (link de dicionário)? Não seja por isso, tenho um também: https://pt.wikipedia.org/wiki/Praxeologia

          Responder
  • Mariana
    28/10/2020

    Parei de ler no "termo" fraudemia, fico pensando, será que pessoas assim tem noção do desservirço que estão prestando à sociedade?!!

    Responder
    • Felipe Ojeda
      28/10/2020

      Não devem ter. ELas realmente acreditam que um virus que matou no Brasil apenas 0,02% dos pacientes (numeros bem melhores analisando apenas o cenario privado e ainda melhores em países de saúde privada de ponta como Alemanha) foi narrativa suficiente para servir de pano de fundo para um colapso economico eminente há decadas.

      Responder
      • Fábio
        28/10/2020

        O que uma coisa tem a ver com a outra? Se não houvesse colapso econômico iminente, ninguém iria impor isolamento social? Iriam simplesmente deixar os sistemas de saúde pelo mundo sucumbir e permitir um monte de mortes?
        Lembrando que a mortalidade considerada baixa só não foi mais alta por uma série de fatores.
        Não faz sentido minimizar a pandemia para sustentar o seu texto.

        Responder
  • Daniela
    28/10/2020

    https://michaelis.uol.com.br/moderno-portugues/busca/portugues-brasileiro/praxeol%C3%B3gico/

    Responder
  • Fabio
    28/10/2020

    Interessante argumento, Felipe
    Poucos são os que se aventuraram em questionar o SUS , apontar seus erros e sobretudo adotar essa conduta “ Libertaria“
    Importante lembrar que antes de 88 a assistência no setor particular se dava através dos caixas previdenciários das corporações de ofícios ( bancos, ferroviários, metalúrgicos etc)
    Era EXCELENTE pra quem atendia e também pra quem era atendido
    Depois da unificação do SUS o nível caiu muito , passando necessariamente pela própria incompetência ( e grande má fé) dos gestores públicos
    Nossa sociedade precisa discutir mais esse assunto - limites de intervenção estatal
    Parabéns pela ousadia, velho !
    Desenvolve mais !!

    Responder
  • Fábio
    28/10/2020

    Acho engraçado que o texto fala em socialismo como causa de todos os problemas da nossa sociedade e a aparente solução seria o fim do Estado. Contudo, essa ideia utópica é bem parecida com o estágio final do socialismo, que é o comunismo. Em resumo, o texto se refuta sozinho.

    Responder
    • bom te ver
      28/10/2020

      errou feio, errou rude. Começa separando governo de estado, libertários defendem fim de estados, não de governança. Ataque raso, tenta de novo

      Responder
      • Fábio
        28/10/2020

        E quem iria governar?

        Responder
        • Pudimancap
          28/10/2020

          Primeiro, a "economia" marxista é uma impossibilidade prática. Anarcocapitalista entende que o sistema de preços e o livre mercado é vital. Em questão de quem vai governar.. hmm... Tem alguns exemplos.. como um síndico de condomínio (que vai governar o condomínio, com contratos e tals), o dono da empresa(que vai governar a empresa), o dono/donos de uma rua.. Se vc gostar de políticos e da democracia você tbm pode escolher que políticos decidam a sua vida pra vc... Tem zilhoes de exemplos.

          Responder
          • Fábio
            28/10/2020

            Péssimos exemplos e que em nada mudam o que eu já disse: há muita semelhança com o comunismo. O comunismo também prevê governanças menores. De qualquer forma, não estou dizendo que os dois são exatamente iguais, nem bati na parte econômica, mas sim na questão de que ambos são igualmente utópicos e impraticáveis.

  • bom te ver
    28/10/2020

    Excelente texto, só atentaria para alguns termos próprios do meio libertário, no mais, obrigados por usar dados empíricos, não que eu considere o meio absoluto de se obter verdades, mas os empiristas do mainstream amam ... ou nesse caso, odeiam rs.

    Responder
  • Brendo
    28/10/2020

    Bom texto.
    Acho q faltou na conclusão oq talvez irá ocorrer após a privatização na administração do bulbasaurro e o sucesso das clínicas odontológicas privadas q vem crescendo muito de 2015 pra 2020.

    Responder
  • Maria
    28/10/2020

    Tem que ser muito privilegiado e enxergar apenas o próprio umbigo pra escrever esse besteirol todo.

    você acredita mesmo que com a privatização do sus os impostos diminuiriam e consequentemente teríamos dinheiro para pagar um plano de saúde?

    não se tem nem empregos e não há nenhum sinal de melhora para isso, o salário mínimo não rende nem as duas primeiras semanas do mês, isso quando ainda tem algo pra receber.

    Se esses impostos sobrassem isso seria mais uma abertura para roubos e mais dinheiro no bolso de político, isso sim!

    Responder
    • Fábio
      28/10/2020

      Não, eles acreditam que não tem que ter imposto e nem Estado. Eles realmente acham que se der liberdade total pros empresários todo mundo vai ficar rico e tudo vai ser extremamente barato num passe de mágica. Nem adianta discutir, eles vivem no mundo da Lua.

      Responder
  • Rejeite a humanidade, retorne a macaco
    28/10/2020

    Por mais que eu concorde que o estado deva ser abolido, e concorde com algumas coisas desse texto, eu acho que vocês ancaps erram no timing e no marketing pra vender a ideia de vocês ao grande público. A maioria das pessoas não sabem analisar se um argumento está correto ou não, esse texto soa elitista assim como a maioria das pautas ancaps.
    Se vocês se concentrassem em denunciar os privilégios estatais das grandes corporações ao invés de se concentrar em atacar as migalhas que o estado dá pros pobres, tanto os leigos quanto a oposição iriam olhar o ancap com ouros olhos.
    Defender a privatização do SUS, o fim da bolsa família, fim dos direitos trabalhistas, fim do auxilio emergencial soa elitista e até genocida, pra muitos. Além do que essas migalhas que o estado oferece para os mais pobres é irrelevante perto do que o grosso dos impostos custeia, que é salvaguardar as estruturas para as granes corporações nacionais e internacionais operarem e saquear toda a população a bel prazer.
    Pedir o fim do SUS pressupõe que você é à favor de que o estado o privatize, e ninguém garante que o estado vai privatizá-lo e abrir o mercado pra livre-concorrência e atender a está utopia do texto onde os preços seriam baixos dada a competitividade, não só ninguém garante, como a história mostra o contrário, o estado quando privatiza algo, repassa pro amiguinho corporativista, e mantém todas as regulações que beneficiam os monopólios ou cartéis do setor privado. Os impostos não vão abaixar e além disso teremos que pagar caro por um serviço ruim do monopólio/oligopólio do setor privado... Mas uma vez a população sendo saqueada...
    Mas se não é isso que você defende, então faltou você explicitar no texto, até pq a atual situação fará as pessoas entenderem que você defende que o Bolsonaro, um parasita estatal, privatize o SUS.

    Responder
    • Felipe Ojeda
      28/10/2020

      O texto é claramente contra o estado em geral. Contra impostos e a ilegitimidade dos modelos sustentados via roubo.
      A linguagem é simples e pouco aprofundada pq escrevi para ser um video a ser narrado em um canal Libertario do youtube, posso escrever um artigo mais bem elaborado sem problemas, mas ai para narrarem tem limitações de caracteres e etc...
      No caso, o foco é apresentar alguns argumentos e furar a bolha. O que ocorreu. Não foi visto apenas por ancaps. O que já cumpre a minha intenção.

      Responder
  • Leandro
    29/10/2020

    Lembrando também que os Estados Unidos é o único país desenvolvido que não tem sistema de saúde pública.
    Você facilitar o livre mercado super concordo pq trará inúmeros benefícios, mas acabar compulsóriamente não é a saída, e msm e se acabar com a burocracia não é necessário, mas sim governadores e fiscalização competentes.

    Responder
  • Jurandir Juvêncio
    29/10/2020

    É tão inocente achar que a iniciativa privada iria abaixar os preços por questões mercadológicas, ou por questão de consciência...

    Nunca é demais lembrar que no Brasil, existe a ANS para regulamentar os preços e práticas abusivas dos planos de saúde, pois do contrário, somente a elite teria acesso à plano de saúde - afinal, com pobre não dá pra ganhar dinheiro. A Anvisa faz o mesmo com relação ao preço dos remédios; existe um preço máximo de venda... do contrário maior parte da população não teria acesso à medicamentos para tratamentos de saúde. Lembrando, outrossim, que foi uma ação estatal que promoveu a quebra das patentes dos medicamentos para a fabricação dos genéricos.

    Onde eu quero chegar com isso:

    (i) Se vc analisar o histórico brasileiro, o estado fez muito mais pela saúde do que o particular. Nada sugere que uma ruptura do modelo atual traga alguma melhora. Não que eu esteja dizendo que o SUS é perfeito, tem muito (muuuuuito) a melhorar; porém me parece mais fácil otimizá-lo do que romper com toda a estrutura.

    (ii) Parece-me que uma ruptura do sistema atual deixaria em situação complicada milhões de brasileiros que vivem com renda percapta de menos de um salário mínimo (o salário mínimo que já é baixo). Indago, gentilmente, ao autor do texto qual é a solução para esta camada da população, lembrando que, como dito nos comentários acima, normalmente essa faixa da população sequer é taxada por sua renda.

    Na minha humilde avaliação, o texto defende uma ideia abstrata para a solução de problemas concretos. Neste ponto sou obrigado a concordar com o comentarista Fábio: parece-me tão utópico quanto a implantação do comunismo. Só a ideia abstrata não basta; tanto a doutrina Ancap quanto a doutrina comunista não entregam soluções concretas para problemas concretos. Não podemos comer abstração.

    Responder
    • Jurandir Juvêncio
      04/11/2020

      Constatação: Mais um libertário que foge do debate

      Responder
  • Jurandir Juvêncio
    29/10/2020

    É tão inocente achar que a iniciativa privada iria abaixar os preços por questões mercadológicas, ou por questão de consciência… Nunca é demais lembrar que no Brasil, existe a ANS para regulamentar os preços e práticas abusivas dos planos de saúde, pois do contrário, somente a elite teria acesso à plano de saúde – afinal, com pobre não dá pra ganhar dinheiro. A Anvisa faz o mesmo com relação ao preço dos remédios; existe um preço máximo de venda… do contrário maior parte da população não teria acesso à medicamentos para tratamentos de saúde. Lembrando, outrossim, que foi uma ação estatal que promoveu a quebra das patentes dos medicamentos para a fabricação dos genéricos. Onde eu quero chegar com isso: (i) Se vc analisar o histórico brasileiro, o estado fez muito mais pela saúde do que o particular. Nada sugere que uma ruptura do modelo atual traga alguma melhora. Não que eu esteja dizendo que o SUS é perfeito, tem muito (muuuuuito) a melhorar; porém me parece mais fácil otimizá-lo do que romper com toda a estrutura. (ii) Parece-me que uma ruptura do sistema atual deixaria em situação complicada milhões de brasileiros que vivem com renda percapta de menos de um salário mínimo (o salário mínimo que já é baixo). Indago, gentilmente, ao autor do texto qual é a solução para esta camada da população, lembrando que, como dito nos comentários acima, normalmente essa faixa da população sequer é taxada por sua renda. Na minha humilde avaliação, o texto defende uma ideia abstrata para a solução de problemas concretos. Neste ponto sou obrigado a concordar com o comentarista Fábio: parece-me tão utópico quanto a implantação do comunismo. Só a ideia abstrata não basta; tanto a doutrina Ancap quanto a doutrina comunista não entregam soluções concretas para problemas concretos. Não podemos comer abstração.

    Responder
  • João
    29/10/2020

    O modelo do sistema de saúde alemão também é socializado, e financiado parcialmente pelo governo também. 90% das pessoas estão no seguro de saúde estatutário, que tira uma fatia de pelo menos 7,3% do salário bruto (outros 7,3% de contribuição da empresa, então pelo menos 14,6%). Cheque seus "fatos".

    Responder
  • CARLOS BONILHA
    31/10/2020

    O SUS É BASEADO NO RELATÓRIO DE ALMA ATA NA RUSSIA EM 1979 E NÃO FOI CRIADO COM A CONSTITUIÇÃO DE 88...

    Responder
  • Mariana Lima
    17/12/2020

    Acho que nunca li tanta merda num mesmo texto. Com certeza quem escreveu isso não é da área da saúde, nem estudioso das ciências humanas. Chego a pensar duas vezes se é humano. Sou médica, trabalho no SUS e na iniciativa privada.
    Lhe aconselho, estúpido escritor, que procure passar UM dia acompanhando o trabalho dentro de um serviço público de saúde.

    Responder
  • Pérsio
    12/10/2021

    Texto interessante e que causou polêmica. Entendo que o SUS é caro e ineficiente, talvez a médio e longo prazo deixe de existir. Qual seria a solução, obrigar cada cidadão brasileiro a ter seu próprio plano de saúde, como na Holanda?

    Responder
    • Universidade Libertária
      12/10/2021

      O melhor cenário é um em que cada um pode escolher o seu plano de saúde, incluindo a opção de correr risco e não ter um plano de saúde. A possibilidade de planos mais básicos também ajudaria a aumentar o número de pessoas cobertas sem que fique proibitivo, algo que hoje não é possível devido à cobertura mínima exigida pela ANS (que aumenta a cada ano). Escolher um plano mais completo, mais básico ou até mesmo não ter um plano é uma questão de preferência temporal.

      Responder

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